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terça-feira, 22 de novembro de 2011

Para que a escrita seja legível

Para que a escrita seja legível,
é preciso dispor os instrumentos,
exercitar a mão,
conhecer todos os caracteres.

Mas para começar a dizer
alguma coisa que valha a pena,
é preciso conhecer todos os sentidos
de todos os caracteres,
e ter experimentado em si próprio
todos esses sentidos,
e ter observado no mundo
e no transmundo
todos os resultados dessas experiências.

Autor: Cecília Meireles

sábado, 12 de dezembro de 2009

Crie seu próprio BLOG


Essa é a dica para as férias: crie seu próprio BLOG e diga ao mundo o que você pensa!

Pois é, ao invés de ficar reclamando da vida pelos corredores da escola, que tal fazer um exercício mais produtivo e interativo: crie um BLOG!

É uma atividade muito interessante de se fazer e ainda por cima quem sabe você não descobre um talento especial para a escrita, para a fotografia, ou o vídeo... Vai saber...

Essa é uma dica para todos: alunos, funcionários, professores...

Todos estão sendo desafiados a criar um BLOG e fazer disso uma prática de expressão.

Para que todos tenham êxito nessa empreitada deixo um link para um tutorial que explica passo a passo como fazer um BLOG. Existem outros tutoriais, esse é apenas um deles.



Mão à obra!

Tenham todos umas férias bem divertidas e produtivas...


P.S. Quem quiser, pode postar nos comentários o seu endereço do blog... eu ajudo a divulgar.

sábado, 17 de outubro de 2009

Um mundo sem escrita...


Um mundo sem escrita
Um mundo sem escrita seria...
Não, não seria,
Não sei como existiria.
Sem marcas a deixar,
Sem bilhetes a mandar.
O caos ou a liberdade,
Loucura ou sanidade?
Sem papel e uma caneta
Sem registro de validade,
Penso que tudo perderia o sentido
Sem nada deixar à posteridade.
História, comunicação à distância,
Que meios existiriam
Para aliviar-nos nessa questão?
Num mundo sem escrita
Faltaria cérebro para tantas leis
(as necessárias à sobrevivência comunitária),
E sobraria aquele suspiro singular
No final de uma breve inspiração:
‘- Puxa, como é que começava, mesmo?’
E aquela declaração de amor
De que a amada exige repetição
Depois de trinta anos de pia e fogão?
E para finalizar
O que dizer, então,
De ônibus e aviões
Sem rota definida a vagar,
(caso o transporte coletivo exista sem escrita –
Difícil de acreditar)?
Uma vantagem encontrei
Nesse mundo sem letras, sem lei:
Nesse caso eu me livraria
De estar onde estou neste dia
E, portanto,
Nem esse texto
Eu escreveria...


http://lioness-tocadaleoa.blogspot.com/